[Apulia, Setembro 2004]
Se eu pudesse voltar a dormir na praia…
Se eu pudesse…
Teria outra vez 16 anos…
[Apulia, Setembro 2004]
Se eu pudesse voltar a dormir na praia…
Se eu pudesse…
Teria outra vez 16 anos…
Doritos, Filipa e Malamack a musica é para NÓS!!!!
[isto tudo porque o ano correu lindamente e apetece-me agradecer aos amigos as noites de parvalheira!!!!]
Obrigada Malamack!
Pelas chamadas à razão
Pelos estalos
Pelos jantares
Pelos ataques de parvalheira às três da manhã!
Pelas danças Big Show Sic às quatro da madrugada!
Pelos cafézinhos!
Pelas altas conversas de reflexão!
Pelas viagens!
Pelo sofá para ‘reflectir’ até ser hora de almoço!
Pelas mesas (que não estraguei!!!)…
Olha, enfim, pelo espectaculo de trabalho em grupo!
Pela paciência em aturar as minhas dores de cabeça!
Os meus ataques de tristesa!
És um tolo, gajo!!!
E no fim, MA COMO, COMO ESTO É POSSIBILE????
Olha…
Ouve…
Agora fecha os olhos…
“O público não é crítico, não pensa espontaneamente.
Na escolha do que lê, na própria disposição do seu bom gosto, é guiado por influências externas.
Este fenómeno vê-se com particular clareza no caso das modas, mormente nas do vestuário, em que determinadas casas de criações do género determinam o que há de ser de bom gosto, e efectivamente todo o público segue o critério que lhe é assim imposto.
É frequente, anos mais tarde, o homem ou a mulher que se teve por vestindo com o melhor gosto em tal época, pasmar, ante um seu retrato e vendo-o à luz de novas modas e novos tipos de gosto, de como algum dia considerou de bom gosto ou de qualquer espécie de elegância o desastrado fato ou vestido que relembra.
Temos, pois, que para o público apreciar um pintor, um poeta, um músico, que não seja banal, tem que haver quem chame a atenção do público para ele.
O espírito humano espontaneamente aceita só o que já conhece; e como o valor, em qualquer secção da actividade humana superior, reside essencialmente na originalidade, resulta que não há aceitação espontânea, nem a pode haver, de um autor ou artista, que seja espontaneamente aceite pelo público.
O que há é nações e épocas em que o meio culto é influente e perspicaz, e rapidamente impõe um autor novo ao público geral. ”
Fernando Pessoa, in Correspondência
[roubado indecentemente de um ponto de fuga ]
EURÍPEDES (Grécia Antiga, -480 / - 406)
“O que é a abundância ?
Um nome, nada mais;
ao sensato basta o necessário “
“Os que de uma situação desafogada caem num estado de penúria que lhes é estranho, esses, sofrem mais cruelmente do que quem foi sempre miserável.“
Isto a propósito de o Governo andar a mexer com Direitos Adquiridos.
A minha opinião sobre isto é: A evolução nunca aconteceu sem guerras e mortes!
Eu de férias e a chuva lá fora…
:(
Sendo assim, fico em casa a dançar!
Um teste de grafologia ditou a minha personalidade. Será???
O melhor será pegar num texto escrito à mão e analisar a forma das letras.
Para depois bater tudo certo!
Enjoy it!
“A inclinação de sua letra mostra que você parece ser uma pessoa equilibrada, educada.
Mas é um pouco “fria” com quem acaba de conhecer.
A ligação de sua letra revela organização, raciocínio lógico e razoável capacidade de adaptação.
A direção de sua letra indica optimismo, criatividade e impulsividade na realização das tarefas cotidianas.
A pressão de sua escrita sinaliza um gasto pequeno de energia nas suas tarefas diárias. uma economia de energia nas suas tarefas diárias.
Diz também de seu bom gosto, sensibilidade, e de sua facilidade em sucumbir ao cansaço físico e mental.
As áreas valorizadas na sua escrita destacam controle emocional, tolerância, um certo imediatismo e tendência ao comodismo.
A forma de sua letra demonstra sinceridade, capacidade de adaptação, espontaneidade; sensualidade. ”
A culpa é do Mocho Falante
A propósito do Editorial, responsbilidade do Arquitecto Rui Barreiros Duarte, da Revista ‘Arquitectura e Vida’ de Julho/Agosto de 2005, acho conveniente transcrever uma parte, bastante elucidativa.
Reparem bem que a situação é comum e uma triste realidade.
Uma triste realidade para todos claro.
Porque embora grande parte da sociedade se ponha à margem dos acontecimentos e evoluções da cidade, esta continua sempre a ganhar ferida.
O problemático é que, esta ferida está disfarçada de Bela.
Mas na realidade, é o Monstro.
““…Nunca a Humanidade fez tantos e tamanhos disparates.
Tão bem e tão solidamente construidos(…).
Assinados por uns comerciantes que com título de arquitecto obtido não se sabe onde, nem como, depreciam a Arquitectura.
Para eles é indiferente e fazem-nos para uma Sociedade que também se mostra indiferente.
Que também, por ignorância, odeia a Arquitectura.
Uma Sociedade, a actual, cujo alimento espiritual são os ‘espertalhões’…”
Com estas palavras, Alberto Campo Baeza em “a ideia construida”, refere as construções que tomam o lugar da arquitectura, des(de)enhadas pela indiferença cultural de muitos projectistas - que encontram em Portugal um campo privilegiado de acção ao abrigo do Dec. Lei 73/73 - reflectindo uma sociedade dominantemente sem exigencias qualitativas, que valoriza o sucesso fácil, permitindo que os projectistas rentabilizem o lugar vazio da sua alm de artista.”
Rui Barreiros Duarte
E depois passem neste blog [o talento da mediocridade], uma boa descoberta.